06/11/2021
A carne não é um alimento
adequado para o ser humano. Naturalmente é possível viver com ela, mas seu
consumo desgasta prematuramente o organismo e lhe traz muitas doenças e
problemas como:
a) Câncer.
Diferenças na flora intestinal entre comedores
de carne e vegetarianos também foram constatadas. As bactérias dos intestinos
dos comedores de carne reagem com os sucos digestivos, formando substâncias
químicas que são consideradas como causadoras de câncer. Isto pode explicar
porque a incidência de câncer de intestino é maior em regiões onde é grande o
consumo de carne, como na América do Norte e Europa Ocidental, enquanto que é
extremamente raro em países vegetarianos como a Índia.
b) Doenças cardiovasculares
Existe uma correlação entre o comer carne e a
incidência de problemas cardiovasculares. As gorduras animais, tais como o
colesterol, não são bem desdobradas no corpo humano. Tais gorduras começam a
sedimentar-se nos vasos sanguíneos, e com a continuidade deste processo de
acumulação ocorre uma diminuição da luz dos vasos sanguíneos, dificultando a circulação
do sangue. Esta perigosa condição é chamada de arteriosclerose. Como
consequência deste quadro temos uma grande sobrecarga no coração, que precisa
trabalhar mais para bombear o sangue através das veias obstruídas, evoluindo
para hipertensão arterial, enfartes e derrames.
c) Putrefação
Assim que um animal é morto, as proteínas
coagulam no seu corpo, e enzimas autodestrutivas são liberadas (ao contrário
das plantas, que se decompões lentamente, e que tem uma parede de células
rígidas, e um sistema circulatório simples), em seguidas são formadas certas
substâncias chamadas ptomaines, que vão levar a carne a um processo de
decomposição e putrefação. Pelo tempo que leva um animal no processo de ser
abatido, refrigerado, transportado para o açougue, comprado, trazido para casa,
guardado, preparado e cozido, pode-se imaginar o estado de decomposição da
carne servida no jantar. A carne passa lentamente através do sistema digestivo,
que, como já foi citado acima, não foi feito para digeri-la. Este processo leva
5 dias, ao contrário dos vegetais, que são digeridos em 1 dia e meio. Durante
este período, os órgãos digestivos estarão expostos aos produtos da
decomposição da carne.
Além disto, a carne
crua é extremamente contaminada por bactérias, podendo causa infecções.
Frequentemente bactérias patogênicas não são destruídas nem mesmo pelo
cozimento, em especial se a carne for preparada "mal passada". E
lesões cutâneas, produzidas com facas que estiveram cortando carne, podem produzir
infecções.
d) Doenças renais, gota, artrite, reumatismo
Entre os produtos indesejáveis, acumulados no
organismo pelos comedores de carne, destacam-se a ureia e o ácido úrico. Um
médico americano, ao analisar a urina de comedores de carne e de vegetarianos,
constatou que os rins dos comedores de carne tem que trabalhar 3 vezes mais do
que os dos vegetarianos, para eliminar compostos de nitrogênio envenenados
encontrados na carne. Enquanto jovens, os rins conseguem suportar esta carga
extra, sem o surgimento de doenças ou lesões. Mas à medida que os rins
envelhecem e se tornam prematuramente cansados, ficam incapacitados de realizar
suas funções de forma eficiente, surgindo assim as doenças renais. Quando os
rins não conseguem lidar com esta sobrecarga, o ácido úrico é depositado em
todo o corpo. Nos músculos, podendo mais tarde endurecer e formar cristais, nas
articulações, provocando os dolorosos problemas de reumatismo, artrite e gota,
e nos nervos, resultando em neurites e ciática.
O
tratamento convencional da medicina moderna é apenas sintomático, sendo incapaz
de atingir o processo mórbido causados da doença. Não se sabe oficialmente a
causa do reumatismo de modo geral. Sabe-se que é uma doença degenerativa que
ocorre numa situação de predisposição herdada, provocada por fatores ambientais
desencadeantes, principalmente por alimentos acidificantes, tóxicos e
mucogênicos.
Fonte alternativa para reumatismo:
e) Eliminação deficiente
Como o nosso sistema
digestivo não foi projetado para uma dieta de carne, e esta tem um teor
extremamente baixo de fibras, temos como consequência uma eliminação
deficiente, surgindo assim a constipação. A carne move-se 4 vezes
mais lentamente do que cereais e legumes através do sistema digestivo.
Pesquisas concluíram que o padrão saudável de eliminação requer uma grande
quantidade de fibra para prevenir doenças tais como apendicite, diverticulite, câncer de cólon, obesidade, etc...
f) Química
Animais de corte são tratados com muitos
produtos químicos para aumentar seu crescimento, serem engordados rapidamente,
melhorar o aspecto da cor da carne, etc. A fim de produzir mais carne e de
obter o máximo de lucro, os animais são forçados a comer, recebem injeções de
hormônios para estimular o crescimento, estimuladores de apetite, antibióticos,
sedativos e reações misturadas com substâncias químicas.
g) Animais doentes
Outro
perigo da alimentação com carne é a presença de doenças não detectadas, ou até
mesmo ignoradas pelos produtores, em animais de corte. Frequentemente, se um
animal tem algum tipo de tumor em algumas parte do corpo, esta parte é
extraída, e o resto do corpo é colocado no mercado. Ou pior ainda, os próprios
tumores são incorporados à preparação de salsichas e passam a ser chamados de
"partes". Experimentalmente descobriu-se que se o fígado de um animal
doente for usado como alimento de peixe, este adquirirá câncer.
h) Envenenamento
Assim como nossos próprios corpos, também os
corpos dos animas sofrem mudanças biológicas profundas em situações de perigo.
No animal aterrorizado, antes e durante a agonia da morte são descarregados
subprodutos tóxicos. Os níveis hormonais, especialmente de adrenalina,
elevam-se, permanecendo em altos níveis na carne do animal abatido.
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