06/11/2021
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1. Notícia da BBC-Brasil
'Corante de hambúrguer pode causar câncer'
A substância E128, também conhecido como Vermelho 2G, usada como corante em hambúrgueres e salsichas pode causar câncer, segundo alerta da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar.
2. Associação Brasileira do Câncer
O não prazer da carne
Causas do Câncer
Estudos sugerem que o consumo prolongado de carnes pode estar associado a uma maior incidência de câncer colorretal.
3.Carne vermelha aumenta risco de câncer no intestino, diz estudo da BBC Brasil
Estudo publicado na revista do Instituto Internacional do Câncer demonstra que o consumo de carne vermelha pode causar câncer no intestino. O desenvolvimento da doença pelo consumo de carne vermelha foi feito pelo Centro de Investigação Prospectiva sobre o Câncer e a Nutrição da Europa (Epic, em inglês), segundo matéria publicada na Folha On Line. Segundo Sheila Bingham, uma das autoras do estudo, este foi o maior estudo do gênero na Europa, já que foram observados os hábitos alimentares de mais de 500 mil pessoas no continente por dez anos.
Ainda no mesmo estudo, descreve-se que quem come mais de 2 porções de 80 gramas / carne/ dia tem 35% mais chance de desenvolver a doença do que os que comem uma porção ou menos por semana.
4 - Carne vermelha dobra risco de câncer de mama, diz estudo
Um novo estudo divulgado por cientistas americanos indica que consumir carne vermelha pode quase dobrar o risco de câncer de mama em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
5. Câncer e danos ao DNA
Um estudo publicado no jornal médico Câncer Research e realizado pela Open University britânica concluiu que uma dieta rica em carne vermelha tem mais chances de causar câncer. Isto ocorre porque este alimento danificaria o DNA (CARNE, 2006).
Pessoas que comem carne vermelha regularmente apresentaram um dano maior nas suas células retiradas para o estudo. A causa, segundo a equipe acredita, é a presença de substâncias chamadas composto n-nitroso que são formadas no intestino grosso e que combinariam com o DNA modificando-o. As chances de aparecer um câncer acontece quando o código genético tende a sofrer mutações maléficas.
6. Câncer de próstata
a) Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer – Ministério da Saúde) existem evidências de que uma dieta pobre em gordura animal pode diminuir o risco de câncer de próstata como também diminui o risco de outras doenças crônicas não transmissíveis. Este tipo de câncer é a segunda causa de óbitos por câncer em homens.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação de Prevenção e Vigilância – Comprev. Câncer de Próstata: consenso. Rio de Janeiro: INCA, 2002.
b) Estudo associa gene da carne vermelha ao câncer de próstata.
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Grande parte da carne comercializada
é produzida artificialmente, quer dizer, dando vida artificial aos animais, que
são criados em cativeiro como meros objetos produtores de proteína. Desta forma
ingere-se, além da proteína acumulada, pesticidas, antibióticos, metais
pesados, corticoides e diversas outras substâncias aplicadas na engorda
artificial do animal, todas elas - lamentavelmente - também acumuladas.
Por outro lado, é flagrante
a contaminação por microorganismos, principalmente no Brasil, onde metade dos
matadouros é clandestina.
A carne mistura-se às fezes
evacuadas no desespero da antecipação da morte pelo animal.
A presença de coliformes
(bactérias fecais) é maciça. Se considerarmos a morte de centenas de pessoas em
Seattle, EUA, após a ingesta de hambúrgueres da rede "Burger King"
pela letal Escherichia Coli H527, o mal da vaca louca, a gripe aviária e
centenas de tipos de contaminações seguidas de intoxicação e morte dos
consumidores de carne contaminada, nos afastaremos por definitivo desta forma
inapropriada de dieta.
As bactérias existem para
degradar matéria desvitalizada, por isto prevalecem na dieta cozida. Os
macrobióticos, por exemplo, nunca "requentam" um prato previamente
cozido e privilegiam alimentos orgânicos.
O alimento vegetal vivo é
praticamente isento de microorganismos pela presença de agentes
bacteriostáticos e antioxidativos presentes na própria estrutura da planta.
Prato vegano: 500 bactérias
patogênicas X prato padrão contemporâneo 1.000.000.000 bactérias patogênicas
(Fungalbionics, Constantini e cols., 1994).
Alimentar-se de "quentinhas" e
"self-services" é uma espécie de roleta-russa.
A dieta contemporânea
também não dá suporte ao ambiente, criando exércitos de excluídos do campo,
favorecendo as monoculturas extensivas à pequena produção rural, privilegiando
organismos geneticamente modificados e uso de pesticidas aos métodos orgânicos
amigáveis ao solo.
A maior causa de
desmatamento da Amazônia é a expansão de pastos para gado de corte ou a
produção de grãos para forragem deste mesmo gado.
(Site não encontrado)
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Os requisitos de higiene
alimentar aqui listados pretendem ajudar a reduzir o risco de intoxicação
alimentar, prevenindo a deterioração da sua saúde.
Existem vários tipos de intoxicação alimentar,
havendo três que são muito frequentes: Campylobacter, Listeria e Salmonella.
• Campylobacteriose
Os sintomas de infecção por Campylobacter
incluem dor abdominal aguda, diarreia (que pode ser aquosa ou conter sangue),
náusea, dor de cabeça, dor muscular e febre. Os sintomas podem começar a surgir
entre dois a cinco dias após o consumo do alimento contaminado e geralmente
duram de sete a 10 dias. As bactérias do gênero Campylobacter são mais
encontradas em alimentos crus ou frango mal cozido, leite cru e água não
potável.
• Listeriose
A doença causada pela Listeria é caracterizada
por sintomas semelhantes à gripe, incluindo calafrios, febre e dor de cabeça,
algumas vezes acompanhadas de náuseas e vômitos. Estes sintomas podem aparecer
entre dois a 30 dias após a exposição. Alimentos mais contaminados por Listeria
podem ser o leite e queijo cru, carne crua ou mal passada, carne de frango e
peixe.
• Salmonelose
A Salmonelose é a doença que pode
desenvolver-se após a ingestão de alimentos contaminados com Salmonella.
Caracteriza-se por apresentar sintomas semelhantes à gripe, podendo ser seguido
de náusea, vômitos, cólicas abdominais e diarreia. Os sintomas normalmente
aparecem entre seis a 48 horas após o consumo do alimento suspeito e podem
durar até uma semana. Os alimentos mais associados à salmonelose incluem carne
crua ou mal passada, carne de frango, peixe e ovos.
(Site não encontrado)
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Maioria
das intoxicações é causada por comida com ovos ou maionese
Estudo da Secretaria da Saúde do
Estado de São Paulo aponta que 27% (ou quase um em cada três) surtos de
intoxicação alimentar registrados no Estado de São Paulo estão relacionados ao
consumo de alimentos preparados nas residências.
Foram analisados 76,8 mil
casos de DTA (doenças transmitidas por água e alimentos), ligados a 2,7 mil surtos
ocorridos entre 1998 e 2008. Os casos de intoxicação relacionados ao preparo de
alimentos e restaurantes, lanchonetes, bares, padarias, bufês e outros
estabelecimentos que vendem comida ocupam o segundo lugar no ranking, com 24%
do total de surtos.
Dez por cento dos surtos
não tiveram informação do local de ocorrência e outros 39% estavam relacionados
a espaços variados como creches, escolas, asilos e outros locais. A maior parte
dos casos analisados, 72,5 mil, foram de diarreia aguda causada por bactéria,
sendo a principal delas a Salmonella, responsável por cerca de 7 mil casos.
Entre os casos de diarreia
aguda causada por Salmonella, segundo o estudo, 35% estão relacionados ao
consumo de ovos crus ou mal cozidos e a alimentos preparados a base de ovos,
como maionese. Outros 16% foram causados por bolos e doces, 11% pelo consumo de
tortas, salgados e lanches, e 9% pela ingestão de carnes e aves.
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Americana
entra em coma após comer hambúrguer e preocupa os EUA
O principal ingrediente de
um prato tipicamente americano, o hambúrguer, virou motivo de preocupação nos
Estados Unidos. Uma americana perdeu os movimentos da cintura para baixo após
comer um carne contaminada por uma bactéria.
Stephane era professora de dança no estado de
Minessota. Começou a se sentir mal depois de ter comido hambúrguer preparado em
casa pela mãe, que havia comprado uma caixa no setor de congelados do
supermercado.
Os sintomas começaram com
diarreia, depois Stephanie teve convulsões, ficou inconsciente e entrou em coma
induzido por nove semanas. Após dois anos, ela não consegue mais andar.
Chorando, a ex-professora
de dança diz que nunca pensou que um hambúrguer fosse mudar completamente a sua
vida.
O sistema nervoso dela foi
atingido pela bactéria escherichia coli, que estava alojada na carne moída.
O hambúrguer é o arroz com
feijão dos americanos. Nos Estados Unidos, a carne é normalmente moída em
grande escala fora do supermercado, em centros industriais. Cada pacote pode
ter uma mistura de várias partes do boi. E é aí que está o risco.
A bactéria fica alojada no
intestino do gado. Às vezes, no abatedouro, partes do intestino contaminadas
com a bactéria são cortadas e se misturam a outras peças que, depois, são moídas.
Apesar da fiscalização
intensa, não são raros os casos de apreensão de carne, por suspeitas de
contaminação.
Nos últimos dois anos, 112
pessoas adoeceram no país, atingidas pela bactéria. O governo retirou 14
milhões de toneladas de carne das prateleiras.
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Bactéria em carne moída mata dois e deixa 28 doentes nos EUA
Ao menos duas pessoas
morreram e outras 28 ficaram doentes em um surto de infecções causadas pela
Escherichia coli, uma bactéria intestinal, detectada na carne moída, afirmou o
Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, citado em reportagem da rede
de TV CNN.
Segundo o boletim do
centro, 16 pessoas foram internadas e três desenvolveram falência dos rins pela
contaminação da bactéria.
Entre as 28 pessoas
infectadas, oito estão em Massachusetts; quatro em Connecticut, quatro em New
Hampshire; dois em Maine; dois na Pensilvânia; dois em Dakota do Sul; um na
Califórnia; um em Maryland; um em Minnesota; um em Nova Jersey; um em Nova York
e um em Vermont.
A mesma Escherichia coli,
foi responsável, há cerca de um mês, por um surto de infecções ligado ao
consumo de massa crua de biscoito, principalmente da marca Nestlé Toll House
–que havia voltado às prateleiras depois de dois meses sem circular enquanto os
executivos tentavam identificar a causa da contaminação.
O Departamento de
Agricultura dos EUA anunciou na semana passada, segundo a CNN, que a Fairbank
Farms, em Nova York, estava fazendo o recall de milhares de quilos de produtos
com carne moída possivelmente infectada.
Em junho deste ano, uma
filial da brasileira JBS-Friboi nos EUA iniciou o recall de mais de 191
toneladas de carne devido a uma possível contaminação pela mesma bactéria.
O Departamento americano
pediu que os consumidores tomem precauções ainda maiores no preparo de
alimentos com carne moída e que apenas consumam a carne se cozida em
temperaturas acima de 70 graus Celsius.
Bactéria
A bactéria, que vive no
intestino de animais e humanos, pode contaminar solos e águas que entram em
contato com fezes.
A bactéria provoca
diarreia, frequentemente com sangue. Embora muitos adultos saudáveis possam se
recompor completamente em uma semana, em algumas pessoas a contaminação causa
problemas renais.
A presença da E. coli é um
indicador de poluição fecal.
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Esse programa, extinto
pelos poderes Executivo e Legislativo, tinha como objetivo: melhoramento
genético; consequente aumento de peso e valor dos animais, gerando riqueza e
tributos; sanidade; controle de doenças sexualmente transmissíveis entre os
animais, como por exemplo tuberculose e brucelose, que são transmitidas para o
homem pela carne, leite e contato com os animais; e inibir o uso de touros e
cachaços não testados quanto a doenças transmissíveis para o homem.
O poder público, com esse
projeto, estimula a degeneração genética animal, com perdas econômicas
consequentemente, e expõe a população a um maior risco de contaminação por
essas doenças.
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As negociações entre Rússia
e Estados Unidos acerca do embargo russo à carne de frango americana se
encerraram ontem em Moscou sem definição, mas os dois lados disseram que
progressos foram feitos nos dois dias de discussões e que as conversas seriam
retomadas logo para solucionar a disputa. Além do embargo ao frango americano
por conta da nova lei russa que proíbe o uso de cloro na higienização da
carcaça das aves, russos e americanos também trataram da proibição imposta a
seis processadoras de carne suína dos EUA por causa do excesso de resíduos de
antibióticos.
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Na Europa, a
campilobacteriose é a doença mais comum transmitida dos animais para o homem,
através dos alimentos. Neste ponto, a carne de frango parece ser um dos
principais, se não a maior fonte de contaminações humanas.
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XANGAI - A mídia estatal chinesa
informou que o produto químico melamina foi encontrado em produtos derivados do
leite na China meses após ter estourado o escândalo do leite contaminado, um
sinal de que a indústria retomou suas práticas potencialmente perigosas poucos
meses após a contaminação alimentar que começou em 2008.
Pelo menos 300.000 crianças
ficaram doentes em 2008 após terem consumido leite contaminado por melamina.
Seis bebês morreram.
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As infecções e intoxicações
causadas pelos clostrídios podem ser agrupadas em doenças neurotrópicas e
clostridioses clássicas. Dentro desse último grupo, encontram-se as
mionecroses, enterotoxemias e males que causam maior dano ao tecido hepático.
Cada tipo de patologia tem um agente etiológico, com diferenciação no modo de
infecção e nos sinais clínicos.
A mais disseminada
mionecrose é o carbúnculo sintomático - principal clostridiose do Brasil -
conhecida ainda como manqueira ou mal do ano. Os animais acometidos por essa
doença apresentam inchaço muscular e manqueira e geralmente morrem em pouco
tempo. A musculatura acometida fica com aspecto enegrecido devido à necrose.
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A empresa israelense MS
Tech desenvolveu um sensor inteligente que é capaz de detectar a presença de
bactérias em alimentos em apenas 3 segundos. O dispositivo, chamado FoodScan
3000, testa e analisa as amostras, identificando imediatamente as bactérias que
contaminam os alimentos. Até agora, as amostras tinham que ser enviadas a
laboratórios para análise, o que demandava tempo e tinha alto custo.
Outra vantagem é que o FoodScan 3000 não usa
material radioativo ou ionizado, como outros sistemas de detecção de bactérias.
“Essa tecnologia permite identificar a
presença de bactérias ou a contaminação nos alimentos antes que nossos sentidos
possam denunciá-las”, diz Doron Shalom, CEO
da MS Tech.
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Ovos e derivados do leite
são os mais vulneráveis a bactérias e, segundo o especialista, muitas vezes o
aspecto do alimento não muda e a pessoa come sem perceber o problema. A
ingestão de produtos contaminados provoca, principalmente, intoxicação
alimentar e infecção intestinal bacteriana. No primeiro caso, o mal estar
começa algumas horas depois, já o segundo pode demorar até dois dias para se
manifestar. Os principais sintomas são enjoo, vômito, diarreia e calafrios.
Além da contaminação por bactérias, há perigos de infecção por vírus. A
transmissão da leptospirose pode ser feita pela água contaminada utilizada para
lavar alimentos, por exemplo.
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Existem bactérias e toxinas
mais agressivas que podem até comprometer o sistema nervoso, causando
paralisias e até mesmo a morte. Recentemente, nos Estados Unidos, uma jovem
ficou paralítica após consumir um hambúrguer contaminado por uma bactéria.
"A contaminação
certamente ocorreu por que a carne não estava suficientemente cozida. O calor
teria matado esse tipo de bactéria. O ideal é evitar o consumo nessas
condições. Isso porque a maioria das bactérias é eliminada em temperaturas
acima de 75º C", esclarece.
Assim como a maionese,
tentação que deve ser mantida em refrigeração permanente, os produtos de origem
animal também representam perigo. O ideal, de acordo com a especialista, é
evitar as carnes malpassadas. Já, em relação aos peixes e frutos do mar, todo
cuidado é pouco. "Na praia ou clubes, é comum encontrarmos uma variedade
de opções. O problema é que nem sempre os alimentos são conservados em
temperaturas adequadas e não sabemos a origem nem as condições de higiene e
preparo dos mesmos", destaca a especialista.
Além das carnes em geral
(frango, suína, bovina, peixes e frutos do mar), os pais devem dar atenção especial
para água, ovos, sanduíches naturais, salgadinhos fritos, espetinhos, saladas
com vegetais crus, sorvetes de origem desconhecida, entre outras guloseimas.
Como os microorganismos não
escolhem o local do ataque, em casa também são necessários cuidados na cozinha.
Certos alimentos que ficam fora da geladeira no inverno, devem ser refrigerados
durante o verão, pois a temperatura elevada gera um ambiente propício para o
desenvolvimento de bactérias. É aconselhável deixar a comida pronta na geladeira.
Em geral, o quadro de
intoxicação alimentar dura de poucas horas a alguns dias. Neste período, é
interessante que a criança beba água à vontade para se evitar a desidratação e
tenha uma alimentação restrita. O recomendado é optar por refeições mais leves,
como purê de batata, arroz, legumes cozidos, sopas livre de gordura, entre
outros alimentos. Caso o quadro apresente sintomas mais intensos e persista por
mais de três dias, deve-se procurar ajuda médica.
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Em 2007, de acordo com
dados do DataSUS, 1.141 crianças menores de 5 anos morreram em decorrência da
diarreia, número que já foi muito maior nas décadas passadas. A hidratação
oral, como o soro caseiro, é apontada como a principal causa da melhora.
Ainda que o principal
causador da diarreia tenha mudado no Brasil, as causas não mudam. A professora
afirma que a contaminação por E.coli enteroagregativa está intimamente ligada à
falta de saneamento básico. “Essa bactéria está presente no intestino
humano. Algumas cepas causam a diarreia e outras não”, explica.
Enquanto nos países
desenvolvidos os casos de diarreia são transmitidos por meio de alimentos
contaminados principalmente por Salmonella, Marina explica que nos países
subdesenvolvidos, "além da transmissão por alimentos temos o problema
da transmissão por falta de saneamento”.
(Site não encontrado)
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O último estudo feito pela
Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) na região do Dique da Vila
Gilda, publicado em 2001, mostrava recuperação em relação a 1979 e 1989.
Entretanto, a análise revelava que alguns contaminantes persistiam - na região
do estuário, foram verificadas substâncias como cobre níquel e zinco em
concentrações que indicavam alerta para a população que consome peixes e frutos
do mar.
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Gripe suína
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Mc Dia
Feliz ou McCâncer Infeliz?
É uma controvérsia ver a venda de algo que causa o câncer contribuir para combater o mesmo. Será que alguma empresa de cigarro vai fazer uma campanha onde você compra os cigarros em um determinado dia e ajuda a combater o câncer de pulmão?
É uma controvérsia ver a venda de algo que causa o câncer contribuir para combater o mesmo. Será que alguma empresa de cigarro vai fazer uma campanha onde você compra os cigarros em um determinado dia e ajuda a combater o câncer de pulmão?
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1. Notícia da BBC-Brasil
'Corante de hambúrguer pode causar câncer'
A substância E128, também conhecido como Vermelho 2G, usada como corante em hambúrgueres e salsichas pode causar câncer, segundo alerta da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar.
2. Associação Brasileira do Câncer
O não prazer da carne
Causas do Câncer
Estudos sugerem que o consumo prolongado de carnes pode estar associado a uma maior incidência de câncer colorretal.
3.Carne vermelha aumenta risco de câncer no intestino, diz estudo da BBC Brasil
Estudo publicado na revista do Instituto Internacional do Câncer demonstra que o consumo de carne vermelha pode causar câncer no intestino. O desenvolvimento da doença pelo consumo de carne vermelha foi feito pelo Centro de Investigação Prospectiva sobre o Câncer e a Nutrição da Europa (Epic, em inglês), segundo matéria publicada na Folha On Line. Segundo Sheila Bingham, uma das autoras do estudo, este foi o maior estudo do gênero na Europa, já que foram observados os hábitos alimentares de mais de 500 mil pessoas no continente por dez anos.
Ainda no mesmo estudo, descreve-se que quem come mais de 2 porções de 80 gramas / carne/ dia tem 35% mais chance de desenvolver a doença do que os que comem uma porção ou menos por semana.
4 - Carne vermelha dobra risco de câncer de mama, diz estudo
Um novo estudo divulgado por cientistas americanos indica que consumir carne vermelha pode quase dobrar o risco de câncer de mama em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
5. Câncer e danos ao DNA
Um estudo publicado no jornal médico Câncer Research e realizado pela Open University britânica concluiu que uma dieta rica em carne vermelha tem mais chances de causar câncer. Isto ocorre porque este alimento danificaria o DNA (CARNE, 2006).
Pessoas que comem carne vermelha regularmente apresentaram um dano maior nas suas células retiradas para o estudo. A causa, segundo a equipe acredita, é a presença de substâncias chamadas composto n-nitroso que são formadas no intestino grosso e que combinariam com o DNA modificando-o. As chances de aparecer um câncer acontece quando o código genético tende a sofrer mutações maléficas.
6. Câncer de próstata
a) Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer – Ministério da Saúde) existem evidências de que uma dieta pobre em gordura animal pode diminuir o risco de câncer de próstata como também diminui o risco de outras doenças crônicas não transmissíveis. Este tipo de câncer é a segunda causa de óbitos por câncer em homens.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação de Prevenção e Vigilância – Comprev. Câncer de Próstata: consenso. Rio de Janeiro: INCA, 2002.
b) Estudo associa gene da carne vermelha ao câncer de próstata.
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21/08/2012
Família vítima de botulismo já está fora de perigo no interior de SP
Pai, mãe e filhos foram
contaminados pelo botulismo ao comer mortadela.
Vigilância recolheu alimentos da geladeira da família para análise.
Vigilância recolheu alimentos da geladeira da família para análise.
Do G1
Rio Preto e Araçatuba
Uma família de Santa Fé do
sul foi intoxicada pela bactéria que provoca o botulismo e ataca o sistema
nervoso. A mãe, o padrasto e duas crianças ainda se recuperam na UTI. Eles só
foram salvos com a ajuda de um helicóptero e um avião da polícia militar, que
trouxe de São Paulo o soro capaz de neutralizar a toxina.