07/11/2021
Do ponto de
vista da saúde, economia e ética, comer carne é pernicioso para a sociedade.
Embora a carne certamente seja uma fonte de proteína concentrada, é uma fonte
muito pobre de outros elementos nutritivos como minerais, vitaminas e
carboidratos. Além disso, comer carne da vaca ou outros animais é prejudicial à
saúde dos seres humanos por muitas razões. As seguintes considerações sérias foram
documentadas:
1) A flora
bacteriana intestinal no intestino delgado mudará de fermentativa para
putrefaciente, assim fazendo com que venenos sejam absorvidos na corrente
sanguínea. Estas toxinas precisam ser eliminadas, consequentemente energia de
outras funções corpóreas essenciais é desviada para tanto, inclusive da função
de pensar.
2) A síntese
natural da vitamina B-12 será inibida, possivelmente levando a anemia.
3) Toxinas
animais tendem a desbaratar o devido metabolismo dos carboidratos. Isto pode
causar diabete.
4) Substâncias
não nutritivas resultantes da digestão de carne animal tendem a ser irritantes
carcinogênicos. A necessidade mínima diária de proteína, que peritos
nutricionistas calculam ser entre setenta e noventa gramas, é facilmente
preenchida com produtos lácteos e alimentos do reino vegetal. Encontramos
proteína em ampla quantidade no leite, queijo, iogurte, trigo integral, milho,
muitas variedades de nozes e feijões, e alguns vegetais. Assim, vegetais, frutas,
grãos e produtos lácteos constituem uma dieta perfeitamente balanceada.
Consumir carne
animal, por outro lado, resulta em proteína excessiva, que produz males do
fígado, pressão sanguínea alta e endurecimento das artérias.
Além disso, carne
animal contém muitos elementos tóxicos, tais como:
1) Dejetos da
corrente sanguínea do animal morto, germes, e drogas injetadas para compensar
doenças animais.
2) Toxinas do
medo, despejadas na corrente sanguínea do animal no momento do abate.
3) Bactérias da
decomposição putrefaciente, que começam a medrar assim que o animal morre.
Porque carne é um excelente isolante, nem todas estas bactérias são mortas por
cozinhar.
Devido a
alimentação forçada, engaiolamento e outras práticas antinaturais, animais
criados para o abate sofrem de dúzias de doenças, tais como febre aftosa,
febres, condições catarrentas, câncer, tuberculose e mastite. Além disso, as
aves frequentemente vem impregnadas de estrogênios, que por sua vez podem causar
câncer. Imediatamente depois que um animal é abatido, dá-se o rigor mortis e o
processo de decomposição toma conta. Assim, comer carne sempre envolve
consumo de carne decomposta junto com seus perigos inerentes para a saúde. A
implementação de proteção animal a nível internacional seria um grande passo
para a frente, no sentido de resolver a crise alimentar mundial.
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